Hoje aqui ainda não parou de nevar... miúdos e graúdos ficam sem palavras perante esta maravilha com que a natureza nos presenteia!
Sentir os floquinhos a fazer-nos cócegas na cara... que sensação! :)
Se aprenderes a ler no olhar das pessoas e nas páginas dos livros...TERÁS 1000 VIDAS!
A abelha busca em muitas flores o pólen para fazer o mel. Ao chegar à colmeia, trata de alimentar os favos; não se fica a lamentar as diversas tentivas feitas, das quais não extraíu nenhum pólen. Não sobrecarreguemos o nosso coração com o que nos magoa, com o que nos provocou danos. Cuidemos de amar os gestos recebidos de ternura, de compaixão e de solidariedade fraterna. 

Smile, without a reason why
Love, as if you were a child
Smile, no matter what they tell you
Don’t listen to a word they say
‘Cause life is beautiful that way


"Experimentamos, durante a vida ou durante o dia, oportunidades subtis para o encontro e para a relação. Procuramos e engendramos estratégias para sermos reconhecidos; e outras vezes sem que façamos alguma coisa, somos apreciados e fixados, inesperadamente, por alguém. Tocamos na vida do outro."
"A verdade reside em todo coração humano, e cada um deve procurar por ela lá, e ser guiado pela verdade assim que a veja. Mas ninguém tem o direito de forçar os outros a agirem de acordo com sua própria visão da verdade."
Tenho mais dois alunos de português :)De vez em quando surgem-me algumas dúvidas, tipo...
Sempre que me refiro à tua minha própria casa não há artigo não há contracção com artigo, melhor: não há artigo.
Digo: Eu saio de casa; eu entro em casa; o autocarro passa por minha casa. É a diferença como os franceses: chez moi.
Quando a casa é de outra pessoa fazes contracção porque tem artigo: Eu saio da casa dos meus tios; eu entro na casa dos meus pais; o autocarro passar pela casa da Maria!
Capito? ;)
Este texto é dedicado à minha cunhada... com votos de TANTI AUGURI!!! :)
É um bocado longo, mas vale mesmo a pena! :)
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos, não importa o nome que damos. O que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã... Todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas. Portanto, às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu génio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceites, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa... Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba. Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Acerte em tudo que puder acertar. Mas, não se torture com seus erros
Cria desejos, fantasias e ilusões
Cria exíguas desmedidas emoções
Cria laços bem atados de ternura
Cria espaços despojados de censura
Cria elos que alicerçam a amizade
Cria sólidas alianças ao seu redor
Cria esperanças de um mundo melhor
Cria sonhos, risonhos, ridentes
Cria sorrisos, preciosos, pungentes
Cria novas formas de ser ou de estar
Seja para se conhecer ou se reinventar
Cria vínculos afectivos regulares
Não pares! CRIA!